BOMBEIROAltas horas da madrugada A sirene faz-se ouvir Ela grita alarmada Para o bombeiro acudir Para o quartel se apressa Sem saber o seu destino De momento, nada lhe interessa O fogo é o seu caminho Chegado ao incêndio O reconhecimento ele faz Mandando avançar Os meios que acha eficaz Sozinho no denso arvoredo Por entre o fumo e as chamas Ele sente medo de não voltar Para junto daqueles que ama O fogo com a sua astúcia Vai cercando o bombeiro Que dentro de uma angústia Quer fugir daquele braseiro Sentindo a morte a aproximar Ele pensa na sua família Que jamais poderá amar A partir daquele dia Assim morreu o bombeiro Na sua abnegação Valente e altaneiro Soube cumprir a sua missão Desse homem valente Apenas ficou a recordação Mas só sua família sente Grande mágoa no coração Tu és bombeiro altaneiro Homem de fé e valor
Não o és por dinheiro Mas apenas por amor...


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