A TI BOMBEIROO fogo cospe-me na cara lágrimas que a chuva já não quer...O fogo canta de madrugadauma doce e sinistra melodia...O fogo grita nas tardes cinzentas aguda e lancinantemente a sua fúria que se repete continuamente no meu cérebro cansado...O fogo despe com ódio mortal as árvores uma a uma, humilhando-as, mas já não grita o tapete de folhas mortas que cobrem a minha alma...


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